quarta-feira, 13 de junho de 2012

Prudência e sabedoria com boa medida


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A vossa palavra seja sempre agradável, temperada com sal, para que saibais como vos convém responder a cada um. Colossenses 4:6

Bendito aquele por quem vêm as boas novas, que traz consigo a verdadeira temperança, com gosto, distinta, marcante e libertadora, sabendo que esse somente é um instrumento no qual o Santo Espírito é o agente. Juntamente ao desejo o equilíbrio, sabendo que toda palavra deve ser edificante, mesmo com admoestações, que busque o desenvolvimento espiritual e não a desonra ou julgamento.

Toda palavra que procede das escrituras é agradável quando temperada no falar, medida e sensata, porque em determinado momento e cada pessoa necessitada dela em medidas e proporções diferentes, em determinados estágios e momentos.

Paulo o apóstolo dos gentios entendia e agia, fraco para com os fracos, sábio para com os sábios, na lei, embora estivesse na lei de Cristo, para com os da lei. Sigamos com temperança e ousadia vigiando e sabendo que a resposta branda acalma o furor, (PV 15:1), continuando em nosso caminhar sabendo que nossa luta não é contra a carne, e que nossa causa não pode ser mesquinha e particular, antes é a causa de Cristo, lutamos pela extensão do reino.

Em tudo que estiver ao nosso alcance, pela graça de Deus, procuremos a paz com as pessoas, não negociando os princípios dados a nós por Cristo, antes pregando com boa e equilibrada medida a palavra de Deus, porque essa sim é eficaz, tão poderosa, capaz de penetrar tão profundamente em nosso ser e dividir alma e espírito (Hb 4:12).

Sejamos mordomos fiéis das boas novas, porque isso é o que devemos ser, as boas novas são do cordeiro e não nossas, lembremos que a cada passo que seguirmos em direção a Cristo, as boas novas Dele tem que crescer e nós diminuirmos, para que aquele que a recebe, receba a verdadeira boa nova, a notícia que Cristo morreu por pecadores, como expiação e propiciação, isso é boa nova, nunca embarquemos nesse navio prestes a afundar de pragmatismo humano, que visa somente a terra e nunca o reino.

Lembremo-nos que não são técnicas humanas que converterão o homem, e sim o Espírito Santo de Deus, e nossa palavra temperada, não deve acrescentar nada ao evangelho de Cristo, fora desse evangelho, como disse o apostolo Paulo, seja anátema, (Gl 1:8), porque as técnicas humanas com certeza passarão, porém a boa nova do cordeiro será contada eternamente.

Glórias a Deus

Guinho

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